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Vírus epstein barr vs esclerose múltipla: o que é, quais são os sintomas e tratamentos ?

vírus epstein barr vs esclerose multipla

Sabia qual a relação entre vírus epstein barr e esclerose múltipla, esta doença neurodegenerativa é capaz de gerar fadiga crônica e prejuízos à visão e à locomoção.

Hoje no Dicas de Saúde vamos trazer aos nosso leitores algumas informações sobre relação entre vírus epstein barr e esclerose múltipla.

vírus epstein barr vs esclerose multipla
vírus epstein barr vs esclerose multipla

Além disso, o vírus epstein barr é provocada pela doença do beijo, ou mononucleose, que atinge mais jovens e dá dor de garganta, inchaço nos gânglios, tosse e perda de apetite.

Por outro lado a esclerose múltipla provocada por uma combinação de fatores, incluindo predisposição genética (com alguns genes que regulam o sistema imunológico já identificados) e fatores ambientais, tais como infecções virais, deficiência de vitamina D, tabagismo e obesidade.

Com relação a transmissão a esclerose múltipla provoca a desmielinização dos neurônios e  o vírus epstein barr pode ocorrer por transfusão de derivados de sangue, mas mais frequentemente por meio do beijo.

O que é vírus epstein barr e esclerose múltipla

O vírus epstein barr e esclerose múltipla são doenças diferentes  o vírus epstein barr  é uma doença infecciosa também chamado herpesvírus humano 4, este é um vírus da família da herpes, é um dos vírus mais comuns em humanos, cuja infecção ocorre pela transferência oral de saliva.

Com relação a  esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica, crônica e autoimune ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e medulares.

Sintomas do vírus epstein barr e esclerose múltipla

vírus epstein barr e esclerose multipla
vírus epstein barr e esclerose multipla

Vírus epstein barr:

vírus epstein barr é uma infecção que começa de forma assintomática, seguida de sintomas semelhantes aos da gripe, como tosse e o período de transmissão do vírus é superior a um ano.

– inchaço no pescoço;
– dor nas articulações;
-amigdalite;
– irritação da pele;
– febre;
– dor ao engolir;
– Dor de garganta;
– Fadiga;
– Tosse;
– Perda de apetite;
– Inflamação do fígado;
– Hipertrofia do baço.

Esclerose múltipla:

A esclerose múltipla causa muitos sintomas diferentes, incluindo perda de visão, dor, fadiga e falta de coordenação. Os sintomas, sua gravidade e duração variam de pessoa para pessoa.

Alguns indivíduos podem ficar sem sintomas durante a maior parte de suas vidas, enquanto outros apresentam sintomas graves e crônicos que nunca desaparecem.

– fraqueza nos membros;
– baixa visão;
– visão dupla;
– dormência ou formigamento no corpo;
– Fadiga;
– dificuldade para falar ou engolir;
– Desequilíbrio;
– incontinência urinária.

Transmissão do vírus epstein barr

transmissao do vírus epstein barr e esclerose multipla
transmissao do vírus epstein barr e esclerose multipla

Também chamada de mononucleose ou doença do beijo, é uma infecção com o vírus epstein barr, que pode ser transmitida pela saliva, por meios de beijo ou transfusão de sangue.

Transmissão da esclerose múltipla 

Entre os fatores de transmissão da esclerose múltipla, existem alguns que são genéticos e podem estar relacionados à causa da doença, mas existem fatores de risco ambientais como: infecções virais (herpesvírus ou retrovírus).

Além disso, os fatores como falta de exposição solar nos primeiros meses ou anos de vida, excesso de peso ou obesidade na adolescência e até tabagismo são alguns fatores que predispõem à sua manifestação.

Tratamentos do vírus epstein barr

tratamentos do vírus epstein barr e esclerose multipla
tratamentos do vírus epstein barr e esclerose multipla

Não existe um medicamento específico para tratar a infecção pelo vírus epstein barr (EBV), e isso deve seguir seu curso natural até a cura, geralmente de duas a quatro semanas.

Tratamentos da esclerose múltipla 

Para o tratamento dos surtos da esclerose múltipla utiliza-se a pulsoterapia (administração de altas doses de medicamentos por curtos períodos de tempo) com corticosteróides sintéticos.

O corticosteróide mais comum é a Metilprednisolona, administrado via endovenosa por três ou cinco dias.

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