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As 12 Doenças Mais Comuns em Idosos

As 12 Doenças Mais Comuns em Idosos

Revisado por

Dermatologia graduada pela Unicamp

Especialista do Dicas de Saúde

As 12 Doenças Mais Comuns em Idosos
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As Doenças Mais Comuns em Idosos que devemos ficar atentos. Além disso, com a chegada da velhice, nós começamos a nos preocupar com a saúde de uma forma mais intensa. Qualquer sintoma é motivo para visitar o médico, porque afinal, algumas doenças ocorrem com mais frequência em idosos do que em jovens.

Doenças Mais Comuns em IdososInfarto: O infarto é uma das doenças mais comuns em idosos. A doença cardíaca isquêmica consiste no entupimento (ou, muito raramente, num espasmo) das artérias coronarianas, que levam o sangue ao coração.

AVC: Outra das doenças mais comuns em idosos é o AVC. A doença cerebrovascular consiste não apenas no derrame (AVC), mas também em outras formas menos dramáticas, mas que também prejudicam a autonomia do idoso.

Diabetes: Essa é uma das principais doenças mais comuns em idosos. Além disso, essa doença dispensa apresentação, e já escrevi um bocado sobre ela. Com o envelhecimento da população, espera-se um aumento cada vez maior do número de diabéticos.

Enfisema Pulmonar e Bronquite Crônica: Enfisema pulmonar e bronquite crônica, são uma das doenças mais comuns em idosos. Embora a doença pulmonar seja incurável, é tratável e evitável. A condição ocorre quando a inflamação nas vias aéreas, um espessamento do revestimento dos pulmões, e uma superprodução de muco nos tubos de ar, leva a uma redução significativa do fluxo de ar dentro e fora dos pulmões.

Os sintomas mais comuns da DPOC incluem falta de ar, sibilos e tosse crônica. A doença é geralmente causada por exposição prolongada a irritantes no ar, como fumaça de tabaco (primeira e segunda mão), contaminantes relacionados ao trabalho ou poluição industrial. O maior fator de risco para contrair a doença é o tabagismo.

Mal de Alzheimer e Outras Demências: Essa é outra das principais doenças mais comuns em idosos. Além disso, não é normal o idoso ficar gagá. Repito: não é normal. O esquecimento pode ter outras causas além da demência; o mais comum é uma depressão, mas também pode ser uma doença no corpo.

Perda de Audição: OK, isso não é bem uma doença, é uma condição crônica. Algumas pessoas realmente perdem a audição com a idade, e o aparelho de audição pode ajudar muito na reintegração dessas pessoas à sociedade. Mas às vezes a coisa é mais simples: ouvido entupido por cera. (Dica: não use cotonete dentro do ouvido!)

Doença Cardíaca Hipertensiva: Você reparou que a hipertensão não apareceu até agora? Se fosse só a pressão ficar alta, não haveria problema algum. Mas uma pressão arterial elevada por anos a fio pode causar uma série de doenças, se tornando uma das doenças mais comuns em idosos; já citamos o infarto e o derrame, mas o próprio músculo do coração pode adoecer, causando a doença cardíaca hipertensiva. Num grau mais avançado, isso vira insuficiência cardíaca, ou seja, coração inchado.

Pneumonia: A pneumonia é uma das principais doenças mais comuns em idosos. Muita gente não sabe, mas a vacina contra a gripe (suína ou comum) também previne pneumonia; esse é um dos motivos dos idosos a receberem. Existem outras vacinas que poderiam ajudar, mas prefiro não discutir hoje se vale a pena ou não tomá-las. Outra forma de prevenir a pneumonia é cuidar de outras doenças, para que a pessoa não fique acamada ou de outra forma debilitada.

Câncer: Uma das principais doenças mais comuns em idosos é o câncer que se desenvolve quando células anormais crescem em uma taxa incontrolável, o que é mais provável de ocorrer em uma fase posterior da vida. A Associação Americana de Câncer descobriu que 77% dos cânceres são diagnosticados em pacientes com idade acima de 55 anos.

Essa doença é a principal causa de morte de homens e mulheres. Os tipos de câncer mais comuns para idosos incluem: câncer de estômago, linfoma não-Hodgkin, bexiga, próstata, colorretal, pulmão, pele e câncer de mama.

Hipertensão Arterial: A hipertensão arterial é uma das doenças mais comuns em idosos. Além disso, a perda natural de papilas gustativas faz com que os idosos naturalmente aumentem o consumo de sal durante as refeições. Nutricionistas e médicos de plano de saúde afirmam que 3% dos idosos no país sofre com a doença que pode ter uma série de complicações.

Osteoartrose: Esse é o tipo mais comum de reumatismo e umas das doenças mais comuns em idosos; Popularmente referida como doença óssea frágil, a osteoporose é caracterizada por uma perda de massa óssea, resultando em ossos mais fracos e mais finos. A condição torna-se mais provável devido à idade, particularmente para as mulheres brancas e asiáticas.

Metade de todas as mulheres com mais de 50 anos e quase um quarto dos homens da mesma idade, vão um dia quebrar um osso devido à osteoporose. Fraturas no quadril são a maior preocupação para adultos idosos, porque levam a uma perda de mobilidade e independência. Cerca de 25% das fraturas de quadril levam à morte dentro de 12 meses. Para ajudar a prevenir a osteoporose, tente manter uma dieta rica em Vitamina D e Cálcio. Além disso, evite fumar e ficar próximo a pessoas que estão fumando.

Catarata: Outra das doenças mais comuns em idosos é a catarata. O olho humano tem uma lente, chamada cristalino, por onde a luz passa para chegar até a retina. Com a idade o cristalino fica cada vez menos transparente, mas o tratamento cirúrgico só deve ser feito se a catarata estiver incomodando a pessoa.

Assim como nas listas anteriores, os números entre parênteses representam a participação da doença na carga total de doença dos idosos brasileiros, medida em anos de vida perdidos, com um ajuste para o grau de incapacidade dos doentes que estão vivos, e levando em consideração o número de pessoas afetadas.

A maioria das doenças da lista pode ser prevenida e/ou adiada com um estilo de vida saudável e tratamentos adequados, mas geralmente não é possível evitar completamente a doença, e uma vez que a pessoa tenha, é para sempre. Nesse contexto, é importante privilegiar ações preventivas e de tratamento e recuperação que preservem a autonomia da pessoa idosa, ou seja, que permitam à pessoa continuar desempenhando suas atividades sem depender da ajuda dos outros.

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Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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