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Dicas de Saúde Doenças e Tratamentos

As 3 Dicas de Como Prevenir a Clamídia

As 3 Dicas de Como Prevenir a Clamídia A clamídia é uma doença sexualmente transmissível. Além disso, e perigosa que pode infectar tanto homens quanto mulheres. Em homens geralmente há poucas complicações, mas em mulheres a clamídia pode causar dor crônica, infertilidade e problemas com gravidez. Por sorte, a clamídia pode ser prevenida seguindo-se práticas de sexo seguro muito simples.

Clamídia o que é:  A Clamídia é uma doença sexualmente transmissível, causada por uma bactéria chamada Chlamydia trachomatis. Nem todas as pessoas contaminadas com Clamídia apresentam sintomas, podendo a infecção passar despercebida por muitos anos. Os pacientes com Clamídia assintomática tornam-se fontes de contaminação permanentes, motivo pelo qual a Clamídia é a DST mais comum no mundo. Quem transmite Clamídia pode não saber que está contaminado e quem se contaminou pode não saber de quem pegou.

Estima-se que 5% da população adulta e 10% da população adolescente sexualmente ativa estejam contaminados com a Chlamydia trachomatis. A infecção por Clamídia é mais comum em jovens, pessoas que tenham tido múltiplos parceiros (as) nos últimos anos ou pessoas que não costumam usar camisinha durante as relações sexuais.

Então, confira As Dicas de Como Prevenir a Clamídia:

  • Se você estiver disposto ou puder se abster de atividades sexuais, faça isso. A abstinência é a melhor maneira de prevenir clamídia e outras DSTs.
  • Se você for sexualmente ativo, certifique-se de que você está em um relacionamento monogâmico longo com alguém que tenha sido testado para clamídia e outras DSTs.
  • Use camisinhas de látex corretamente e consistentemente. As camisinhas ajudam a reduzir o risco de infecção por clamídia.

Clamídia Diagnóstico e tratamento: Ao menor sintoma de clamídia, é fundamental começar o tratamento, do contrário pode ser necessária a retirada das tubas uterinas e há riscos de quadros de aderências graves, como a síndrome de Fitz Hugh Curtis, além de infertilidade. Em casos mais severos, pode ser necessária a intervenção cirúrgica, chamada de videolaparoscopia operatória.

Se a mulher for infectada pela bactéria ainda durante a gestação, estará mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite (oftalmia neonatal) e pneumonia.

Para evitar o transtorno, explica o médico, o diagnóstico pode ser feito a partir da história clínica do paciente. Também são comuns exames de urina, da secreção uretral e do material obtido por esfregaço na uretra ou do colo do útero, além de exames que detectam os anticorpos anticlamídia.

Como não existe vacina contra a clamídia, a doença é tratada com o uso de antibióticos específicos e deve incluir o parceiro para evitar a reinfecção. Também é recomendável suspender as relações sexuais nesse período. Para finalizar, o médico alerta para a importância da prevenção da clamídia. “A prevenção se faz com uso de sexo seguro. Use preservativo sempre até que a haja uma relação de confiança entre os parceiros”, ensina o profissional.

OBS: O mais importante é que as pessoas busquem informação, conheçam as opções de tratamento que podem ser utilizadas e juntamente com um profissional de sua confiança iniciem o quanto antes o seu tratamento.

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