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Elefantíase – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos

Elefantíase – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos. Além disso, a elefantíase, ou filariose, é uma doença parasitária que afeta a circulação linfática. Esta infecção conhecida como elefantíase é causada por um nematódeo que promove uma reação inflamatória nos vasos linfáticos, causando uma obstrução funcional e fazendo com que a perna afetada, por exemplo, fique muito dilatada assemelhando-se a pata de um elefante, é a doença causada pelos parasitas nemátodes Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, comumente chamados filária, que se alojam nos vasos linfáticos causando linfedema.

Esta doença é também conhecida como elefantíase, devido ao aspecto de perna de elefante do paciente com esta doença. Tem como transmissor os mosquitos dos gêneros Culex, Anopheles, Mansonia ou Aedes, presentes nas regiões tropicais e subtropicais. Quando o nematódeo obstrui o vaso linfático, o edema é irreversível, daí a importância da prevenção com mosquiteiros e repelentes, além de evitar o acúmulo de águas paradas em pneus velhos, latas, potes e outros.

As formas adultas são vermes nemátodes de secção circular e com tubo digestivo completo. As fêmeas (alguns centímetros) são maiores que os machos e a reprodução é exclusivamente sexual, com geração de microfilárias. Estas são pequenas larvas fusiformes com apenas 0,2 milímetros. Então, confira Elefantíase – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos.

Sintomas da Elefantíase: Os sintomas da elefantíase são:

Este sintomas da elefantíase podem surgir de 1 mês até 10 anos após a picada do inseto.

Causas da Elefantíase: O alargamento extremo dos membros e outras áreas do corpo caracterizado por elefantíase, é o resultado da obstrução do fluxo linfático e, possivelmente, da circulação sanguínea. O bloqueio linfático pode ser devido a ataques recorrentes de uma infecção bacteriana que causa a inflamação dos vasos linfáticos (linfangite estreptocócica).

Quando a obstrução linfática é grande o suficiente, a pressão volta ao canais linfáticos e produz dilatação dos vasos superficiais, resultando em inchaço extremo. Sem intervenção médica, o ciclo continua até que a área afetada fica grotescamente alargada. A morte dos tecidos circundantes pode também ocorrer a partir de um suprimento de sangue obstruído (gangrena).

Estudos recentes têm mostrado que uma possível causa de elefantíase na África podem estar relacionada com a terra vermelha em que determinadas populações vivem com os pés descalços. Acredita-se que pequenas partículas químicas encontradas no solo podem entrar na pele através dos pés descalços. Estas partículas, em seguida, penetram os tecidos linfáticos e produzem efeitos irritantes. O tecido traumatizado é, então, vulnerável ​​à infecção estreptocócica.

Tratamento da Elefantíase: O diagnóstico da elefantíase é pela observação microscópica de microfilárias em amostras de sangue. Caso a espécie apresente periodicidade noturna, é necessário recolher sangue de noite, de outro modo não serão encontradas. A ecografia permite detectar as formas adultas. A serologia por ELISA também é útil.

 

O tratamento da elefantíase é feito com a ingestão de medicamentos, como o Dietilcarbamazina ou Albendazol, e por vezes, é necessário a realização de cirurgia para correção do sistema linfático. São usados antiparasíticos como mebendazole. É importante tratar as infecções secundárias.

Prevenção da Elefantíase: Há um programa da OMS que procura eliminar a doença com fármacos administrados como prevenção e inseticidas. É útil usar roupas que cubram o máximo possível da pele, repelentes de insetos e dormir protegido com redes.

A prevenção da elefantíase é feita com o uso de mosquiteiro para dormir; telas nas janelas e nas portas; evitar deixar água parada em pneus; garrafas e vasos de plantas, por exemplo; usar repelente diariamente; evitar locais com moscas e mosquitos, e cabe ao governo utilizar meios para combater as moscas e mosquitos como a pulverização de venenos pelo ar, como o fumacê e as medidas de saneamento básico.

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