Os 7 Efeitos Colaterais de Tomar Analgésicos

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Nutrição - CRN6-MA 16199

Os 7 Efeitos Colaterais de Tomar Analgésicos
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Os 7 Efeitos Colaterais de Tomar Analgésicos são variados pois ao Tomar Analgésicos em grande quantidade muitos fatores podem ser agravados. Além disso, os Analgésicos prescritos são drogas potentes que interferem na transmissão dos sinais elétricos do sistema nervoso que percebemos como dor. A maioria dos Analgésicos também estimula partes do cérebro associadas ao prazer. Por isso, além de bloquearem a dor, produzem um “barato”.

Efeitos Colaterais de Tomar Analgésicos
Efeitos Colaterais de Tomar Analgésicos

Os Analgésicos prescritos mais poderosos são chamados de opioides, que são os compostos de ópio1. São feitos para agir sobre o sistema nervoso da mesma forma que as drogas derivadas da papoula, como por exemplo a heroína. Os Analgésicos opioides mais comumente abusados incluem oxicodona, hidrocodona, meperidina, hidromorfona e propoxifeno.

Não é nenhum segredo que todos os medicamentos que têm um efeito sobre seu corpo também têm efeitos colaterais. Os Analgésicos não são uma exceção e devem ser consumidos caso seja indicado por um médico. Quando tomado seguramente para aliviar a dor, eles são seguros. A maioria das pessoas desconhece os efeitos colaterais à curto e longo prazo causados pela administração de Analgésicos sem receita médica. Os Analgésicos mais comuns contêm composto anti-inflamatórias não esteroides (AINE) e acetaminofeno.

Pode Danificar o Fígado: O acetaminofeno, mais conhecido como Paracetamol, é um composto comum em muitos Analgésicos. O dano ao fígado é um dos riscos mais comuns dos Analgésicos com acetaminofeno. As pessoas que consomem álcool e com problemas de fígado , como a hepatite C, correm maior risco de danos no fígado ou mesmo insuficiência hepática.

Podem Causar Úlceras: A administração de Analgésicos mais do que a dose recomendada pode danificar o revestimento do estômago, proporcionando a perda de sangue na área afetada, gastrite e úlceras. A boa aspirina também está relacionada com anti-inflamatórios não esteroides e tem propriedades semelhantes. Os Analgésicos podem causar úlceras até mesmo quando tomados individualmente. Então, combinar Analgésicos é um desastre.

Afeta os Rins: Tomar Analgésicos, como o ibuprofeno ou naproxeno, pode levar a problemas renais. Em casos extremos, pacientes com diabetes ou hipertensão arterial podem sofrer de insuficiência renal. Estudos fizeram uma ligação entre Analgésicos com um risco aumentado de câncer de rim.

Diluentes de Sangue: Os Analgésicos têm um efeito que diminui o sangue no corpo, embora com moderação. Isso pode ser bastante perigoso para as pessoas que estão tomando medicamentos para diluir o sangue. Os anti-inflamatórios não esteroides também aumentam a pressão arterial, o que pode ter um impacto negativos em pessoas que já possuem pressão arterial elevada.

Reduz a Eficácia dos Antidepressivos: Misturar Analgésicos e antidepressivos é uma má ideia. Reduz a eficácia dos antidepressivos, conhecidos como inibidores seletivos de recaptação de Serotonina (SSRI).

Podem Causar Aborto Espontâneo: Um estudo afirmou que o risco de aborto espontâneo é duplicado entre as mulheres que utilizam anti-inflamatórios não estoroides nas primeiras 20 semanas de gravidez. As mulheres que estão planejando uma gravidez ou estão grávidas devem consultar seu médico antes de Tomar Analgésicos.

Presença de Diclofenaco Sódico: Alguns Analgésicos contêm diclofenaco sódico, que afeta os rins, causa danos irreversíveis e pode até levar a insuficiência renal. Caso isso aconteça, as pessoas só possuem duas opções – passar por uma diálise para o resto de suas vidas ou realizar um transplante de rim.

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Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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INFORMAÇÃO DO AUTOR: Ana Karolynne Goncalve

Sou graduada no curso de Nutrição pela Universidade Federal do Maranhão(UFMA), CRN6-MA 16199, com Mestrado na área da Nutrição Clínica com relação ao metabolismo, prática e terapia nutricional, realizado também na Universidade Federal do Maranhão(UFMA), Atualmente trabalho no campo de pesquisa sobre a Qualidade e Inovação em Alimentos.

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