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Os 5 Principais Hábitos que Causam a Doença de Alzheimer

Os Principais Hábitos que Causam a Doença de Alzheimer e que muitos ainda ignoram. Além disso, cuidar da saúde desde cedo é um fator primordial para manter-se bem na terceira idade, fase em que o risco de desenvolver a Doença de Alzheimer aumenta significativamente. Além da idade, existem outros agentes que tendem a estar envolvidos com o distúrbio, que age de forma silenciosa, dificultando, muitas vezes, o diagnóstico da Doença de Alzheimer. É o caso de pessoas que convivem com vícios como o cigarro e bebidas alcoólicas. Esses hábitos prejudicam diretamente algumas atividades cerebrais que, futuramente, tendem a trazer consequências a saúde, entre elas, o aumento do risco de desenvolver a Doença de Alzheimer.

Tende isso em mente, a adoção de hábitos saudáveis por toda a vida pode contribuir para retarda o aparecimento da Doença de Alzheimer e proporcionar mais qualidade de vida em outros quesitos (evitando distúrbios como diabetes, hipertensão, entre outros). Cérebros mais saudáveis então naturalmente mais protegidos, tendo uma evolução mais lenta e sintomas graves mais tardios da Doença de Alzheimer. Por isso, cuidar do cérebro no decorrer da vida é uma sábia conduta protetora. Manter-se ativo intelectualmente e evitar doenças que lesam o cérebro como colesterol alto, obesidade, alcoolismo e tabagismo acabar evitando que o cérebro seja sobrecarregado por patologias clínicas e faz com que ele esteja mais preparado para enfrentar a Doença de Alzheimer. Confira abaixo, Os 5 Principais Hábitos que Causam a Doença de Alzheimer:

Hábitos que Causam a Doença de Alzheimer: Não é novidade que os maus hábitos prejudicam a saúde a curto e longo prazo. No entanto, uma pesquisa comprovou que a pressão alta está diariamente ligada à Doença de Alzheimer. O estudo, que foi publicado pela revista Neurology, analisou 135 idosos com Doença de Alzheimer, que se submeteram a testes de conhecimentos durante três anos. No começo, 62% dos pacientes revelaram que apresentavam batimentos irregulares, pressão alta, dores no peito, ataque cardíaco, diabetes ou uso de remédios para tratar a pressão. A pesquisa determinou que os doentes com hipertensão, ao receber o diagnóstico da Doença de Alzheimer, sofreram um declínio da capacidade intelectual duas vezes mais rápido se comparados aos que não tinham o problema. O batimento irregular, assim como as dores torácicas devido a um fluxo menor de sangue no coração, também foi vinculado a uma queda mais rápido da capacidade intelectual.

Em outra pesquisa realizada, nos Estados Unidos foi demonstrado que os remédios para hipertensão são capazes de diminuir a degeneração cerebral, prevenindo problemas de memória e raciocínio como a Doença de Alzheimer. Os pesquisadores acompanharam 774 idosos. Desses, 610 tinha a pressão arterial elevada e 350 estavam recebendo tratamento. Os estudiosos realizaram autópsias nos cérebros desses homens, procurando lesões que indicavam a Doença de Alzheimer ou micro infartos. Analisando os resultados, conclui-se que as pessoas que receberam o tratamento medicamentoso para hipertensão apresentaram menos anormalidades cerebrais, se comparados com aqueles que possuíam pressão alta e não estavam sendo tratados.

Além da relação com a hipertensão, outros estudos avaliaram que o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas também são fatores que fazem com que a Doença de Alzheimer seja desenvolvida.

Como Prevenir a Doença de Alzheimer: A pratica de exercícios físicos é uma recomendação básica feita pelos médicos para garantir mais qualidade de vida ao paciente. E com a Doença de Alzheimer não poderia ser diferente. Exercitar-se pode colaborar para retarda as perdas proporcionadas pelo problema. A atividade física diminui o declínio das funções cognitivas dos indivíduos com a Doença de Alzheimer, trazendo benefícios psicológicos que reduzem sintomas de ansiedade e depressão, constantemente presentes nessa população.

Alguns estudos também demonstram que a pratica de atividade física melhora a qualidade de vida em indivíduos idosos portadores da Doença de Alzheimer, melhorando a capacidade funcional, o que, consequentemente, ajuda na realização das atividades da vida diária como carregar objetos, sentar e levantar, caminhar, além de melhorar o equilíbrio e a força muscular.

Além disso, ocupar a cabeça com atividades que gerem prazer como estudar, viajar ou até mesmo praticar exercício físicos são atitudes que podem pelo menos adiar o desenvolvimento de doenças relacionadas á memória, como Doença de Alzheimer. Além disso, os ganhos conquistados por essas atividades vão muito além, elas proporcionam bem-estar, evitando o aparecimento de distúrbios como a ansiedade e a depressão.

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