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Como Tratar o Elefantíase de Forma Eficaz

Como Tratar o Elefantíase de Forma Eficaz é uma das melhores alternativas para quem sofre com esse problema que é cada vez mais comuns. Além disso, a filaríase, filariose ou Elefantíase é uma doença parasitária, considerada como doença tropical infecciosa, causada por nematóides filariais da superfamília Filarioidea, também conhecida como Filariae.

A forma sintomática mais conhecida da doença é a filaríase linfática, popularmente chamada de Elefantíase em referência do inchaço e engrossamento da pele e tecidos subjacentes, que foi a primeira, entre as enfermidades infecciosas transmitidas por insetos, a ser descoberta.

Causas do Elefantíase: A Elefantíase é causada pelo W. bancrofti, transmitido por meio da picada de alguns mosquitos, tais como Aedes aegyti, Anapholes e Mansonia. O parasita inoculado promove uma reação inflamatória nos vasos linfáticos, fazendo com que o membro afetado fique muito dilatado – semelhante à pata de um elefante. O agente causador se multiplica dentro da pessoa, gerando sintomas que evoluem lentamente e podem confundir o diagnóstico.

Formas de Elefantíase: Elefantíase possui algumas variações e conhece-las é muito importante. Então confira as formas de Elefantíase:

  • Filariose das Pernas: A infecção tem início no dorso do pé e chega até ao joelho. A pele tem aspecto espessado, com ulcerações e inchaços que lembram a pata de um elefante.
  • Filariose do testículo e do Pênis: É uma forma comum de filariose, que se caracteriza pelo aumento exagerado desses órgãos.
  • Filariose dos Braços, Mamas ou Vulva: A infecção desses órgãos é rara, porém quando acontecem desenvolvem características semelhantes a da filariose das pernas.

Diagnóstico da Elefantíase: O diagnóstico pode ser feito através da observação clínica dos sintomas, através de exames de sangue, fluidos corporais ou tecidos infectados que detectam a presença de larvas do parasita. Geralmente, o diagnóstico de filariose é tardio por que é uma doença que evolui lentamente ao longo dos anos.

Sintomas de Elefantíase: Podem existir indivíduos assintomáticos. Os casos sintomáticos apresentam os seguintes sintomas: febre recorrente aguda, astenia, dores musculares, fotofobia, urticárias, pericardite, cefaleia, infecção dos gânglios linfáticos. Em casos mais graves os indivíduos apresentam hidrocele (acúmulo de água nos testículos), quiluria (aparecimento de gordura na urina), aumento exagerado de membros (daí o nome Elefantíase), mamas, órgãos genitais e asma.

Transmissão da Elefantíase: Ao picar o indivíduo, a larva presente no mosquito, ou na mosca, é transmitida e instala-se na corrente linfática, gerando os sintomas da doença. O indivíduo infectado não passa a doença para outros, mas se um mosquito o picar pode contaminar-se e contaminar outros com a sua picada, mesmo que este indivíduo ainda não tenha manifestado todos os sintomas da doença.

Tratamento de Elefantíase: O tratamento é feito com medicamentos, de acordo com as manifestações clínicas resultantes da infecção pelos vermes adultos e depende do tipo e grau de lesão que estes vermes provocaram e suas consequências clínicas.

Medicamentos para Elefantíase: O medicamento mais usado para o tratamento de filariose é o Ivermectina. No entanto, somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

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