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Dicas de Saúde Doenças

As 3 Doenças que mais Atingem o Pulmão

As Doenças que mais Atingem o Pulmão que todos devem saber. Além disso, o Pulmão é o maior dos órgãos vitais e tão delicado quanto qualquer outro. Mas por suas características de exposição aos mais diversos agressores presentes no ambiente, exige muita atenção, o que nem sempre acontece. Fumaça, poeira, produtos químicos, bactérias, germes, vírus. São muitas ameaças suspensas no ar que respiramos, sem contar os perigos internos, como má circulação sanguínea, respiração incorreta e tatos outros. Desse modo, cuidar bem do Pulmão pode parecer uma tarefa bem difícil. Na verdade, é e não é.

Primeiro de tudo, o ideal é não pensar em nenhum órgão como algo isolado, independente dos demais. A saúde deve ser tratada globalmente, o que inclui também fatores externos, como alimentação e o ambiente em que vivemos, especialmente quando se trata de Pulmão. Afinal, quanto menos agressores forem inalados, mais proteção. Quem adota hábitos saudáveis, especialmente ficando bem longe do cigarro, o maior causador de doenças pulmonares, já está dando um passo bem grande para evitar muitas doenças. Conhecer as ameaças, saber como evita-las ou, pelo menos, reconhecer os sintomas é outro fator importante. É, claro, ao menor sinal de algo fora do normal, procurar um pneumologista, que é o médico mais indicado para tratar as doenças pulmonares. Então, confira agora As 3 Doenças que mais Atingem o Pulmão.

Previna: Além de vacinação, alguns cuidados ajudam a prevenir doenças do aparelho respiratório.

  • Manter a alimentação saudável;
  • Praticar atividade física regular de acordo com a idade;
  • Evitar comportamentos de risco, como tabagismo e alcoolismo;
  • Não permitir que quadros respiratórios das vias altas, como rinite, sinusite, faringite, resfriados e gripes progridam sem tratamento;
  • Evitar choques térmicos (não é o frio que faz mal, mas sim trocar de um ambiente muito frio por outro muito quente e vice-versa);
  • Lavar bem as mãos e não compartilhar utensílios;
  • Se pegar resfriado usar lenços descartáveis;
  • Em ambientes com ar-condicionado ou com umidade baixa, manter o nariz bem hidratado;
  • Beber muita água sempre.

Pneumonia: Um dos grandes problemas quando se fala em doenças respiratórias é que os sintomas, em geral, são bem parecidos. A pneumonia talvez seja exemplo mais claro disso. É bastante comum a pessoa procurar um médico pensando que tem apenas um resfriado ou uma “gripe mal curada” e ao ouvir o diagnostico assusta-se: é pneumonia. E o susto tem razões de ser, pois a fama da doença não é das melhores. Mas como saber se aquela tosse ou outro mal-estar pode ser uma pneumonia? “Medicina não é engenharia, não tem uma receita de bolo, mas existem as manifestações clássicas. A mais comum da pneumonia é um estado geral comprometido, tosse produtiva, ou seja, com secreção, com catarro purulento, amarelado ou esverdeado, febre alta, acima de 38,5 graus.

O paciente pode ter dor torácica também e apresentar um grau elevado de cansaço e dificuldades para respirar”. No entanto, nem sempre esses sintomas se manifestam ou surgem outros, diferentes. “Os sintomas variam de acordo com agente infeccioso, com o paciente e com a área do Pulmão acometida. Mas é importante lembrar que essa doença pode ter uma evolução muito rápida. A pessoa está bem, mas em algumas horas a infecção se manifesta e os sintomas aparecem rapidamente. É preciso procurar atendimento médico o mais rápido possível”.

E Possível Evitar: Embora não proteja contra todos os agentes causadores, a vacinação é o meio eficaz de se prevenir contra a pneumonia. As primeiras doses são aplicadas nas crianças mais novas, mas adultos também podem tomar a vacina, em clínicas particulares. Ela protege conta 23 tipos de pneumococo, o mais comum dos causadores da doença. Vacinar-se contra gripe também ajuda principalmente os mais idosos, uma vez que e possível haver evolução de uma gripe para pneumonia. “A gripe deixa a pessoa mais debilitada, compromete o sistema imunológico.

Com isso, as bactérias que causam a pneumonia conseguem se proliferar. Quando fez campanhas de vacinação contra gripe, na verdade, o governo quer evitar que as pessoas tenham pneumonia, que para os idosos é uma complicação terrível. A mortalidade por pneumonia entre os idosos é bem maior”. Já no tratamento é feito com antibióticos (em caso de infecção por bactéria) aliados á orientação para que a pessoa mantenha-se bem hidratada, controle a febre e eliminação das secreções. “Depende ainda da área acometida, se um ou mais lobos pulmonares, se houve derrame pleural associado, se um ou os dois pulmões foram afetados do estado geral do paciente. A parti disso é que se define se o tratamento poderá ser feito em hospital ou em casa. De qualquer forma, este paciente deverá ser assistido e orientado por um médico pneumologista”.

DPOC: A sigla significa Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas e já diz tudo, não se trata de uma, mas várias doenças, que têm em comum o fato de obstruírem a respiração. São elas, enfisema, bronquite asmática e bronquite crônica. A principal causa e o tabagismo (estima se que 15% dos fumantes desenvolvam DPOC), mas não a única. Os sintomas podem variar de tosse crônica a dispneia, popularmente conhecida como falta de ar. E esse é um dos maiores perigos para os fumantes, que atribuem o primeiro ao chamado “pigarro do fumante” e o segundo e o envelhecimento e à falta de preparo físico. Além, a maioria dos tabagistas demora muito a procurar atendimento médico, quando o problema já se tornou de difícil reversão. Por isso, é sempre importante não menosprezar uma tosse ou cansaço crônico, especialmente quem fuma.

É consenso médico que todas as pessoas que fumam há mais de 10 anos devem fazer um exame anual, pois a única maneira de evitar o agravamento da doença é detectá-la ainda na fase inicial, quando não a lesões importantes no Pulmão. O exame se chama espirometria e mede a quantidade e avalia o fluxo do ar que entra e sai do Pulmão.
O tratamento é sempre medicamentoso e depende de exames para avaliar o estagio da DPOC, que vai de 1 a 4, sendo uma pode ser tratado por clinico geral, sem internação. A partir dos 2, somente um especialista deve cuidar do caso. Procedimentos cirúrgicos e o transplante de Pulmão não são descartados quando a doença é muito grave e o paciente não mais responde aos medicamentos disponíveis.

Tuberculose: Outra doença dos Pulmões que exige muito cuidado é a tuberculose, causada por bactéria chamada Micobacterium tuberculoses ou Bacilo de Koch. Infelizmente o Brasil integra um grupo de 22 países responsáveis por 90% dos casos da doença no mundo todo. Embora exista vacina contra a doença (a famosa BCG, obrigatória para crianças de até um ano de idade), a imunização tem validade apenas por um período de 10 a 15 anos. E aí está um dos problemas, não á vacina eficiente para adultos. E como a transmissão da bactéria é por via direta, de pessoa para pessoa, através da saliva, a prevenção é dificultada. O contato com o bacilo, porém, não significa que a pessoa irá desenvolver a doença, já que o organismo pode elimina-lo.

A infecção pode acontecer sem apresentar sintomas, até que esteja em estágio mais avançado. No entanto, na maioria dos casos o paciente apresenta um quadro inicial com tosse seca contínua, que vai piorando com presença de secreção que, maioria dos casos evolui para tosse com pus ou sangue. Outros sintomas: cansaço excessivo, febre baixa (geralmente á tarde), suores noturnos, falta de apetite, palidez, emagrecimento acentuado, rouquidão, fraqueza e prostração. O tratamento é feito a base de antibióticos e bastante eficaz, porém, demora pelo menos seis meses, o que leva a taxa de abandono e o consequente retorno dos sintomas.
Tossiu? Redobre a Atenção: É comum as pessoas pensarem que a tosse é um problema e buscarem mecanismos para simplesmente para de tossir. Isso acontece muito com as crianças, já que os pais, em geral, se incomodam muito ao vê-las tossindo, especialmente à noite. “A tosse protege o Pulmão contra substancias estranhas ás vias respiratórias. Quando ocorre qualquer agressão ás vias aéreas, seja uma infecção, uma inflamação por asma, inalação de fumaça, cheiros fortes, etc., o organismo reage tossindo”. Em geral, as agressões mais leves produzem uma tosse mais seca, já a com secreção ocorre quando há uma infecção. “Nos quadros infecciosos, a parede brônquica produz muco em maior quantidade, que é eliminado com a tosse. Geralmente, quando essa secreção tem bactérias ela tem a cor amarelada ou esverdeada, casos que, muitas vezes, exigem o uso de antibióticos no tratamento”, completa. Assim, o que realmente importa não e distinguir uma tosse da outra. “A tosse significa que há algo errado, ou seja, ela mais seca produtiva, ou não. Não é normal tossir. Quando isso acontece de modo continuo, deve-se procurar esclarecer o motivo. E preciso tratar o que a causou, já que é um sintoma e não um problema”.

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